"De leve...inocente...determinado...despercebido...distraído. E outra vez os arrepios...outra vez as sensações..."

17.8.13

Simbora ser Feliz

(...)Ser feliz é justo. Ir, com coragem e determinação é uma possibilidade. 
Usar arranjos para conseguir a constância dos bons sentimentos é consenso de muitos. 
No meu caso, energéticos resolvem o meu desânimo e estimulam, melhorando o meu estado de êxtase. Topo os desafios para expandir meu coração e concedo-me o prazer de fazer tudo em exagero. Dou uma de forasteira em busca de um passaporte para atravessar sem nenhum chilique o lado mais perigoso da vida. Ora, ninguém consegue arriscar sem uma dose de loucura na veia. Eu por exemplo, faço uso desse pormenor. Não nego. Retiro a virgindade dos atos, usando algumas doses e em milésimos de segundos já faço tipo garota mochila nas costas e ilusão no coração. 
 
 O corpo pede. 
A alma suplica e eu atendo obediente.
 Sou capaz de um terremoto, desde que não me abstenha de viver a paixão, o amor, a saudade, as esperas e todas as sensações sem fronteiras. Nem preciso de divã de absolvição quando faço as loucuras. Nessa comoção, corro para as temporadas de imprevistos que me empurra para a cerração ou vice-versa.
A alma pede e o corpo dá o aval. 
Sem dublês e com um garrafão de vinho, remodelo minha fórmula para ser feliz e vou fazendo todas as aberrações concretas e abstratas, proporcionalmente ilusórias sobre a felicidade.
Terei dó de mim se não fizer isso.
 

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