"De leve...inocente...determinado...despercebido...distraído. E outra vez os arrepios...outra vez as sensações..."

26.5.13

(...)Apesar de nem todos os amores serem eternos, nem todos os amores serem sinceros, nem todos os amores serem justos e nem todos os amores serem pacíficos  (sim, porque existem infinitas formas de amar e ser amado)  é sobretudo a certeza desse sentimento que nos acena com a possibilidade real de nos tornarmos pessoas melhores nesse mundo.
É por isso que quando o amor nos dá adeus, muito mais que a dor da perda, da ausência do outro, da rejeição do que se ofereceu, dos detalhes encravados na memória, das lembranças que se esvaem com o tempo, ainda maior que tudo é a saudade que sentimos de quem éramos enquanto amávamos.
Quando aquele amor que parecia ter vindo para ficar vira pó, acabamos nos tornando órfãos melancolicamente saudosos de nós mesmos.(...)
 

2 comentários:

Anônimo disse...

não, mesmo quando deixo de amar, continuo o mesmo...

deve ser dom!

• Eva Correia disse...

Somos amáveis, amantes! E independente dos outros, vamos nos deixar ser guiados pela nossa essencia, do que acreditamos, do que somos feitos, bem alguém certamente que merece, reconhece partilhara do nosso melhor.

Prazer de uma alegria constante é de vir te ver !! Beeijo Meu