"De leve...inocente...determinado...despercebido...distraído. E outra vez os arrepios...outra vez as sensações..."

10.11.11

Salve o Amor

"Salve o amor. 
Aquele de conchinha e barba na nuca, 
que pode durar pra sempre ou só até amanhã.  
Aquele amor sem medo, sem freio, que ama e pronto. 
Salve o amor que a gente dá e pega de volta outra hora, outro dia, com outra pessoa. Aquele aconchego facinho que não posa, não se esforça, não finge. 
Salve o amor-próprio, que resolve a vida de muitos, o amor das amigas, que aguenta, arrasta e levanta.
Salve o amor na pista, que roça, se esfrega, se joga e vai embora. Um amor só pra hoje, sem pacote pra presente, sem laço ou dedicatória. 
Salve o primeiro amor, que rasgou, perfurou, corroeu... ensinou. 
Salve o amor selvagem, o amor soltinho, o amor amarradinho.
Salve o amor da madrugada, sincero enquanto dure e infinito posto que é chama. 
Salve o amor nu, despido de inverdades e traquitanas eletrônicas. 
Salve o amor de dois a dez, um amor sem vergonha, sem legenda. 
Salve o amor eterno, preenchido de muitos ardores. 
Salve o amor gigante, mas sem palavras, o rotativo e o escrito, salve o amor rimado, cego, de quatro. Salve o amor safado, 
sincero e sincopado, 
o amor turrão e o encaixado."

2 comentários:

PP disse...

Muitas vezes é dificil... :)

Anônimo disse...

salve o amor