"De leve...inocente...determinado...despercebido...distraído. E outra vez os arrepios...outra vez as sensações..."

6.2.13

O tempo estava certo

O fato, resumindo, é que o amor não era mais aquele estardalhaço.
O amor era suave e tinha um jeito de penetrar sem invadir, de libertar no abraço.
O amor não era mais aquela insônia, mas sonho bom na entrega ao desconhecido.
O amor não era mais a iminência de um conflito, mas uma confiança na vida.
E, pela primeira vez, o amor não carregava resquícios de abandono, pois havia descoberto: o amor estava ali porque ambos estavam prontos.
O tempo estava certo.

Nenhum comentário: